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Literatura perde Ligia Cademartori

Data: 5/8/2015

Autora da casa há mais de 20 anos faleceu ontem, em Brasília.

Este é um momento muito triste para a literatura infantojuvenil no Brasil. Faleceu na manhã de ontem, em Brasília, Ligia Cademartori, uma das grandes especialistas na área como educadora, escritora, tradutora e incentivadora da leitura entre crianças e jovens.

Autora da FTD há mais de 20 anos, Ligia nasceu em Santana do Livramento (RS) e vivia há muito anos na capital federal. Fez doutoramento em teoria da literatura, lecionou em universidades, escreveu várias obras de crítica e teoria, e participou de programas de promoção da leitura nas escolas. Pela tradução de O naufrágio do Golden Mary, de Charles Dickens e Wilkie Collins, integrou a Lista de Honra do IBBY – International Board on Books for Young People, em 1992. Seu livro O professor e a literatura: para pequenos, médios e grandes ganhou o Prêmio FNLIJ Cecília Meireles – O Melhor Livro Teórico, em 2010.

Na FTD, Ligia traduziu as obras O mágico de Oz, Alice nos país das maravilhas e Jardim de versos, da coleção Grandes Clássicos para Jovens Leitores; O morro dos ventos uivantes, Dom Quixote, O naufrágio do Golden Mary, O médico e o monstro, O mistério de Marie Rogêt e Lazarilho, da coleção Clássicos da Literatura Universal, além das obras Charles na escola de dragões, Você quer ser meu amigo, Irmã-estrela e Por que tanta pressa de crescer?.

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As cores da escravidão é tema de projeto literário na França

Data: 7/4/2015

Trabalho desenvolvido no Lycée International de Saint-Germain-en-Laye resultará em exposição.

A obra As cores da escravidão, de Ieda de Oliveira, está servindo de inspiração para um projeto pedagógico desenvolvido no Lycée International de Saint-Germain-en-Laye – Secção Portuguesa, na França, com alunos do 10º ano (2nde) com idades entre 15 e 16 anos.

Idealizado pela professora Isabel Pereira da Costa, o projeto Quantas cores tem a escravidão? se baseia em uma pesquisa aprofundada dos alunos sobre a obra e a autora e resultará em uma exposição, que será aberta ao público entre os dias 11 e 22 de maio. “O livro levanta um tema muito importante para ser abordado com os jovens, que é a questão da escravidão” explica Isabel, sobre a razão desta escolha. “Devemos mostrar o quanto eles são privilegiados e o quanto devem se mobilizar para ajudar a resolver injustiças desse tipo”, completa a professora.

Além do trabalho de pesquisa, os alunos também tiveram a oportunidade de participar de um debate com a própria autora, realizado no auditório da escola no dia 25 de março, durante a visita de Ieda à França, ocasião em que participou da Printemps Littéraire Brésilien, na Sorbonne.

Conheça a obra As cores da escravidão e um pouco mais de nossa autora Ieda de Oliveira.

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